Campanha para instituir o Dia Internacional Do Homem

louco

                                                                                                                                               Dia Internacional do Homem

 

Vocês acham que é fácil ser homem? Algumas razões para a criação do Dia Internacional do Homem:

1) Quem é obrigado a erguer os pés quando ela está fazendo faxina?

R: O prestativo homem!

 

2) Quem se veste como pinguim no dia do Matrimônio?

R: O humilde homem!

 

3) Quem é que, apesar do cansaço e do stress, jamais poderá fingir um orgasmo?

R: O sincero homem!

 

4) Quem é obrigado a sustentar a amante esbanjadora?

R: O abnegado homem!

 

5) Quem se expõe ao stress por chegar em casa e não encontrar a comida quentinha, as crianças com o banho tomado, a roupa lavada, a cozinha limpa e o drink já posto sobre a mesa?

R: O doce homem!

 

6) Quem corre o risco de ser assaltado e morto na saída da boate, cada vez que participa dessas reuniões noturnas com os amigos, enquanto a mulher está bem segura em casa na sua caminha?

R: O desprotegido homem!

 

7) Quem é o encarregado de matar as baratas da casa?

R: O valente homem!

 

8) Quem segura a “cauda do rojão” quando chega em casa com marca de batom na camisa e é obrigado a dar explicações que nunca são aceitas?

R: O incompreendido homem!

 

9) Quem é que toma banho e se veste em menos de vinte minutos?

R: O ágil homem!

 

10) Quem é que tem de gastar consideráveis somas em dinheiro comprando presentes para o dia das mães, da esposa, da secretária e outras festas inventadas pelo homem para satisfazer à mulher?

R: O dadivoso homem!

 

11) Quem jamais conta uma mentira?

R: O ético homem!

 

12) Quem é obrigado a ver a mulher com os rolinhos nos cabelos e a cara cheia de cremes?

R: O compreensivo homem!

 

13) Quem tem que passar por uma TPM calado todo mês?

R: O calmo homem!

 

14) Quem está lendo isso às escondidas para poder dar boas risadas, já que se for surpreendido corre o risco de ser agarrado pelo pescoço?

R: O indefeso homem!

 

E mais:
– A tortura de ter que usar terno no verão.
– O suplício de fazer a barba todo dia.
– O desespero de uma cueca apertada.
– Viver sob o permanente risco de ter que entrar numa briga.
– Pilotar a churrasqueira nos fins de semana enquanto todos se divertem.
– Ter sempre que resolver os problemas do carro.
– Ter a obrigação de ser um atleta sexual.
– Ter que reparar que ela mudou de perfume.
– Ter que reparar que ela trocou a tintura do cabelo de Imédia 713 para 731 louro bege salmon plus up light forever.

Depois elas ainda acham que é fácil, só porque nós não menstruamos…

Com todos esses nobres motivos expostos… nada mais justo do que termos uma data só nossa…

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Vídeo: Coreia do Sul começa a testar seus guardas-robôs – Três estão em testes em uma prisão na cidade de Pohang

Vídeo: Coreia do Sul começa a testar seus guardas-robôs – Três estão em testes em uma prisão na cidade de Pohang.

Matéria com  vídeo publicada no site Baboo. Click no link acima para acessar.

Sujeira

                      Um dia a felicidade voltará a este nosso Brasil. Será o dia em que: – GENUÍNO será algo verdadeiro; ROSINHA, apenas uma flor; GAROTINHO, um moleque esperto; GENRO, apenas o marido da filha; SERRA, um acidente geográfico; CACHOEIRA, uma queda d’água; SEVERINO, o porteiro do prédio; FREUD voltará a ser o pai da psicanálise; DEMÓSTENES, um filósofo grego; LORENZETTI será apenas uma marca de chuveiro; DIRCEU, PALLOCI, DELÚBIO, SÍLVIO PEREIRA, BERZOÍNI, GEDIMAR, VALDEBRAN, BARGAS, EXPEDITO VELOSO, EDUARDO AZEREDO, GUSHIKEN, RENAN e mais um monte de ladrões que vieram antes e depois destes serão apenas presidiários.
                    Enquanto este dia não chega, olhando meu Título de Eleitor, entendo o verdadeiro sentido de ‘ZONA ELEITORAL’.

 

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Sabedoria de Homer

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“Marido de mulher feia tem raiva de  feriado.”

 

“Os políticos brasileiros são os mais religiosos do mundo. Nunca assinam um contrato sem antes pedir um terço.”

 

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Piadas do dia

01.

        Quando Deus fez o mundo, decidiu dar aos homens duas virtudes. E assim foi feito:
       – Os suíços, organizados e respeitadores da lei;
       – os ingleses,  corajosos e estudiosos;
       – os argentinos,  chatos  e arrogantes;
       – os  japoneses, trabalhadores e disciplinados;
       – os italianos, alegres e românticos;
       – os franceses, cultos e refinados;
       – os brasileiros, inteligentes, honestos e políticos.
       O anjo secretário anotou tudo, mas em seguida, ao conferir a lista, observou:
       – Senhor, a todos os povos foram atribuídas duas características, porém, aos brasileiros estão sendo dadas três! Isto não os fará superiores aos outros?
       – Bem observado, meu bom anjo. Vou corrigir. Como os brasileiros são por mim amados, manterão as três virtudes, mas para não desviar de minha justiça, poderão usar somente duas por vez, como os outros povos.
       É por isso que no Brasil, a pessoa, se for política e honesta, não pode ser inteligente; se for política e inteligente, não pode ser honesta; e por fim, se for honesta e inteligente, não  pode ser política.

 

02.

         A mulher falando  ao telefone  com  o marido:
            – Benzinho, nosso carro bateu!
            – Tudo bem, querida, isto acontece… Mas, diga-me, o outro carro apanhou muito?

 

03.

             – Estão falando que o Marcão  conseguiu arranjar um emprego.
             – Ah, eu já esperava. Aquele alí é capaz de fazer qualquer coisa por dinheiro!

 

04.

             Duas amigas conversando:
             – Isto que o Paulo fez comigo  não  tem nome…
             – É, e se você bobear não vai ter nem sobrenome!

 

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Por que a implicância com o Barcelona e Messi?

                    Bem, ontem o Barcelona sofreu a sua primeira derrota nesta edição da Liga dos Campeões da Europa, e já começaram os disparates da “imprensa doméstica”, que sofre até hoje a frustração dos santistas e sua derrota espetacular no último mundial de clubes.

                    Pode até ser que o grande Barcelona fique fora das finais do certame, pois, como diria o Dadá Maravilha, “jogo é jogado, lambari é pescado”, e dentro das quatro linhas o imponderável costuma acontecer, como inclusive vimos ontem, com Messi e seus companheiros dominando completamente a partida e mesmo assim saindo derrotados por um tento a zero.

                      Mas tem nada não, independente do que resultar na próxima terça-feira na Espanha, dá para antever mais um grande espetáculo do Barcelona, maior time de  futebol da atualidade, e que é assim não por ter o maior jogador de futebol do mundo em seu elenco, mas por jogar realmente como uma equipe, com entrosamento, leveza e sem estrelismos. Ver o Barcelona em campo é simplesmente espetacular.

                      Transcrevo a seguir uma bela matéria publicada no Jornal Hoje Em Dia na coluna de Tião Martins, onde o grande cronista trata com competência do assunto, e com a devida licença, faço minhas as palavras dele:

 

Tião Martins

 

 

 

 

 

Lionel Messi Barcelona

                          Com raras e louváveis exceções, críticos de cinema, teatro, dança, artes plásticas, música e futebol gostam mais de si mesmos que do objeto de sua profissão. E tentam provar, a cada texto, que fariam melhor figura que Woody Allen, José Celso Martinez Corrêa, Deborah Colker, Adriana Varejão, Tom Jobim ou Lionel Messi.  Esses comentaristas não percebem a posição crítica em que se colocam, com a sua alma imortal vergonhosamente despida diante do respeitável público.
No caso de Lionel Messi, que deveria acrescentar Barcelona ao seu nome, o nacionalismo anacrônico dos nossos críticos de futebol chega a ser escandaloso.
Por ser ele argentino, certos profissionais do rádio e da TV devem achar que negar o talento do baixinho é ato de patriotismo. Aí, desandam a buscar defeitos em Messi e no Barcelona e apelam para a memória dos feitos de Pelé, Tostão, Garrincha e até Vavá.
O ridículo é tanto que contaminou o próprio Edson Arantes do Nascimento que, apanhado de surpresa, andou se comparando a Messi, porque lhe disseram que o craque do Barcelona teria dito que nunca o viu jogar e que o seu Rei do Futebol se chama Maradona. Parece até conversa de comadres, discutindo a graça, beleza e virgindade de suas filhas.
Um sujeito que desfruta da condição de ex-perna de pau e que hoje – somente hoje – arrisca uma crítica, o que dizer do Messi e dos seus companheiros? Por que será que tantos “especialistas” se sentem obrigados a negar qualquer valor ao Barcelona e seu estilo de jogo?
A questão não é simples, mas também não envolve um mistério insondável. E a resposta é quase banal: o Barcelona fez da nossa paixão nacional uma arte muito mais requintada e encantadora do que o sambão tradicional e ineficiente que sabemos fazer hoje. Mora aí, senhoras e senhores, o pecado mortal e imperdoável desse time impossível de conter, quando joga para vencer. Ou mesmo quando perde.
Embora apresente um futebol competitivo e até pratique empurrões e caneladas, o Barcelona jamais renuncia inteiramente ao show e à disciplina de um espetáculo de balé. Muitas vezes, a bola e o time adversário parecem ser apenas discretos coadjuvantes. E marcar o gol é parte de uma brilhante coreografia, que leva o público ao delírio no momento exato.
É cômico o esforço dos comentaristas para definir (ou descobrir) quem é o coreógrafo do Barcelona. Alguns dizem que é Pepe Guardiola, o técnico mais valorizado do mundo, neste momento. Mas há quem aposte em Xavi e quem diga que é Iniesta? Ou será Messi, o discreto e silencioso Messi, que inventa jogadas desmoralizantes e gols impossíveis?
O desprezo forçado que certos críticos dedicam a Messi e aos seus companheiros não passa de “patriotismo frustrado”. Eles sofrem ao ver que a Espanha lidera o ranking da Fifa, com o Uruguai em terceiro e o Brasil em sexto. E sabem que não temos – e nem teremos tão cedo – um grupo que sequer chegue perto da qualidade, beleza, disciplina e eficácia de que abusam os titulares do Barcelona.
Nosso futebol anda tosco, feio e improdutivo. São raros os artistas, os maestros e os coreógrafos. A genialidade, a disciplina e a autoconfiança se perderam. Não dançamos, não ousamos, não nos arriscamos. E até as vitórias, magras e tristes, falam de crise. Mas não é motivo para alguém perder a cabeça. Se não temos nada disso, o mundo também não tem. Ficou tudo igual.
Menos o Barcelona.

*** Tião Martins, para o Jornal Hoje Em Dia / Belo Horizonte

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